As principais tendências em mobilidade e Byod para 2015

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Setores de saúde e educação devem demandar mais soluções de MDM. Wearable Technologies e aplicativos nativos despontam dentro das empresas

por Vinícius Boemeke

Logo que a MDM Solutions foi criada, em 2011, recebemos uma ligação de um grande prospect pedindo uma visita. Ele, porém, não queria uma proposta: buscava, a pedido de seu chefe, entender o que era Mobile Device Management (MDM, ou gestão de dispositivos móveis), encontrou nosso site em uma busca no Google e achou que essa era uma ótima oportunidade de conhecer melhor a tão comentada nova tendência.

Responda aqui o questionário: “Byod no Brasil: adoção, visão, gestão e desafios na visão dos líderes de TI”.

Hoje, em 2014, não há mais tantos questionamentos e dúvidas em torno do conceito. Dispositivos móveis e programas de Bring Your Own Device (Byod), sejam eles formais ou não, já estão inseridos na realidade das empresas. O momento, agora, é outro. E as oportunidades são muito maiores. Tenho algumas apostas para as principais tendências de 2015:

  • 4G: com a disseminação do 4G nos últimos dois anos, temos uma boa perspectiva de aumento do uso dessa frequência entre clientes de operadoras, o que deve gerar melhor desempenho das aplicações corporativas em campo. Sem a necessidade de estar conectado a uma rede Wi-Fi ou de depender da sobrecarregada rede 3G, os processos ficarão ainda mais rápidos.
  • Setor de Saúde: a adesão aos sistemas de MDM não foi tão maciça no setor de saúde em 2014 quanto era estimado, apesar de tablets e smartphones estarem cada vez mais presentes na rotina de atendimento ao paciente. Com o passar do tempo, maiores serão as necessidades de segurança e controle geradas pelo uso de dispositivos móveis em hospitais, clínicas e laboratórios. Por isso, a busca por ferramentas de gestão é um processo natural e esperado para o próximo ano.
  • Educação: o uso e gestão de tablets e smartphones dentro do ambiente educacional é uma tendência sem volta. Assistir a uma aula de física com ajuda de um aplicativo que demonstra, de forma prática, conceitos como inércia, aceleração e gravidade é uma experiência totalmente inovadora e cativante. Há muitos apps – e para diferentes matérias – que ajudam na didática e interação professor-aluno. A transmissão automática de materiais de ensino é outro diferencial já identificado pelas entidades privadas de ensino.
  • Wearable Devices: as tecnologias vestíveis – que ganham força, nesse primeiro momento, com smartwatches – devem chegar ao mercado corporativo ao longo do ano que vem. Seu uso deve facilitar atividades em campo, como o trabalho de entregadores. Imagine não precisar pegar o telefone, desbloquear a tela e abrir um aplicativo para confirmar um endereço. As informações disponíveis logo ali, no punho, prometem trazer mais fluidez às atividades.
  • Aplicativos nativos multiplataforma: logo que a mobilidade chegou às empresas, as aplicações usadas no dia a dia passaram a ser adaptadas às telas menores. Hoje, já sabemos que isso não é suficiente: é preciso desenhar versões específicas para o universo móvel. Agora, são disseminadas as Mobile Application Development Platforms (MADP), ambientes de desenvolvimento que adaptam as aplicações para os diferentes sistemas operacionais, retirando a necessidade de criar uma solução nativa para as diferentes opções do mercado, como Android, iOS e Windows Phone. Além da construção e adaptação do app, essas ferramentas hospedam as soluções em servidores na nuvem, agregando camadas de segurança.

O próximo ano promete. E estaremos lá para acompanhar, de perto e de forma proativa, a evolução do mercado de mobilidade no Brasil. Feliz 2015!

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Imagem: Freeimages.com

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